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O repertório totalmente autoral é formado por 13 músicas, com sonoridade que passeia por influências do rock setentista e dos anos 90, aliadas por letras que revelam um cenário ambíguo e visceral do cotidiano urbano, formando uma obra de conteúdo e identidade próprios.
No fim dos anos 90, os irmãos Luiz e Rodrigo começaram a compor suas canções em São José dos Campos, SP. A partir de 2006, na capital São Paulo, Billy se uniu aos irmãos, formando a banda Alarde, definindo a personalidade e arranjos das composições.
Em 2008, após percorrer o circuito de casas de show em São Paulo e cidades do interior, a banda começa a gravar seu primeiro disco, o que se fez possível com a entrada de Rodrigo Mazza, adicionando musicalidade e energia às guitarras.
O disco gravado no Norcal Studios, conta com a produção de Brendan Duffey e Alarde.
Participações Especiais:
Lanny Gordin em "Amém"
Victor de São José em "Distante, tão perto"
"O rock tradicional é a "especialidade" do Alarde , que nos entregou no fim do ano passado um CD (chama Oitoitenta) bem-feitinho, que, viemos a descobrir depois, estava sendo feito desde a década retrasada (!). Tanta espera e esmero não poderiam ser ignorados por nós, que fomos atrás dos rapazes (residentes em São Paulo) para uma matéria. Na verdade, a se considerar o fato de que o rock -- da forma como é conhecido e catalogado -- não mudou tanto nos últimos 30 anos, começar a viagem com a nave nos anos 70 e depois seguir rumo, parando nos anos 90 pra abastecer, para chegar ao destino tranquilão, apenas nos anos 00, não deve gerar exatamente um choque temporal no ouvinte. Se você é fã do gênero em pura versão, vai sem medo. Em termos de sonoridade e pesquisa, nada é menos urgente que o rock. Rock (esse pelo menos, praticado pelo Alarde) é o rock "constante". Tramavirtual, jan/2010
"O disco tem uma pegada meio rock setentista meio rock alternativo dos anos 90, com alguns riffs pesados (em “Oitoitenta” e “Ritalina”, cujo nome faz justiça ao som) e outros mais dedilhados (em “Não Está em Mim” e na primorosa “Um Meio de Arranjar um Troco”) e solos bem trabalhados (em “Pressa”).
Uma das características mais marcantes do quarteto é o vocal rouco de Luiz Silva, que em alguns momentos é bastante agressivo, como nos versos de “O Ritual”, e em outros parece meio desleixado, como se o cara tivesse acabado de mandar um litro de whisky goela abaixo, como em “Amarelo Chá”.
Um dos grandes destaques do disco é “Amém”, que conta com a participação especial do guitarrista Lanny Gordin, o mestre."#108 Dynamite, Dez/2009
" Com Alarde, por favor!
De fato, esta é uma das bandas mais interessantes da cena independente nacional atual. O Alarde, quarteto paulistano, é o tipo de banda transgressora, agressiva e alicerçada no sentimentalismo cosmopolita que invade a sociedade suburbana. Com claras influências do Rock'n'roll setentista e nacional da década de 90, o Alarde surge com guitarras nervosas se interseccionando com a nostalgia grunge.
Seu álbum de estréia nasce com a simplicidade incrível, uma sonoridade em falta no circuito musical, letras sem falso moralismo, despretensiosas e que retratam o cotidiano, os anseios de uma sociedade solitária e muitas vezes hipócrita. Sem papas na língua, o quarteto reconstrói o rock em sua essência no indie nacional. " Revista Offline Dez/2009
VIDEOCLIPE "OITOITENTA" na programação da MTV LAB BR
Gravado ao vivo no Estúdio Lamparina
Direção: Padu Palmério e Luciana Fac
ALARDE NO OI NOVO SOM
alarde@alarde.mus.br
www.twitter.com/alardeoficial
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